Agende uma mentoria individual e organize a sua inscrição

Quer enviar sua proposta mas precisa de orientação?
O Acelera Boca de Brasa Ano II iniciou o agendamento de mentorias individuais para iniciativas interessadas em participar do processo de seleção.

Em cada atendimento, a pessoa interessada, representando uma iniciativa, poderá receber orientações sobre o desenvolvimento de sua proposta durante um encontro de até 1 (uma) hora de duração com uma profissional mentora da área de produção e gestão cultural.

Os atendimentos são limitados e disponibilizados já com dia e horário específicos. Ao reservar uma vaga, você informará seu telefone e email, e então a profissional mentora entrará em contato direto com você para envio do link para o encontro online.

Antes de retirar uma vaga, certifique-se de que:

  • Você tem mesmo disponibilidade para o dia e horário escolhido. Além de garantir que você não esteja ocupando a chance de outra pessoa usufruir de uma mentoria, é importante saber que não será possível reagendar o horário selecionado via Sympla.
  • Você já leu atentamente o Regulamento e os Anexos, inclusive o Espelho do Formulário de Inscrição, para saber do que se trata o programa, como se dá o percurso de aceleração e o que é solicitado na inscrição.
  • A pessoa proponente da iniciativa está apta a participar do Processo de Seleção, conforme disposto em Regulamento.
  • Você tenha até o dia da mentoria um rascunho da proposta a ser inscrita, a fim de ter o que apresentar e discutir com a profissional mentora, garantindo que o encontro de orientação seja melhor aproveitado.


Acesse todas as informações da inscrição aqui.

CONHEÇA AS MENTORAS

EDMILIA BARROS é produtora cultural, diretora de produção e gestora com mais de 10 anos de atuação na cena criativa da Bahia. Graduada em Turismo e pós-graduada em Comunicação Integrada e Redes Sociais, fundou em 2014 a Edmilia Barros – Produção & Gestão em Cultura. É idealizadora do projeto Sons do Subúrbio, projeto que tem como foco a aceleração de carreiras independentes e profissionalização de artistas periféricos. Atua estrategicamente na produção de festivais e mostras, como o Afropunk Brasil e o Festival Giro Conecta e coordena a carreira de artistas como o grupo Pradarrum, do Mestre Gabi Guedes, o grupo Sertanília e a banda Guias Cegos.

FABIANA PIMENTEL é pesquisadora e gestora cultural com mais de 20 anos de experiência nos setores público, privado e terceiro setor. Atua em diversas áreas da economia criativa, como música, artes performáticas, patrimônio e turismo. Doutora em Administração (NPGA/UFBA) e mestre em Desenvolvimento e Gestão Social (CIAGS/UFBA), desde 2024, integra a equipe da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, atualmente como assessora da Direção Geral em temas ligados à gestão e manutenção de equipamentos culturais.

FABÍOLA AQUINO é cineasta, produtora executiva e gestora cultural com 28 anos de experiência, sócia-diretora da Obá Cacauê Produções (Salvador/BA). Foi coordenadora geral das Escolas Criativas Boca de Brasa – ICEAFRO por três anos, atuando em diversos territórios da cidade. Especialista em captação via leis de incentivo cultural, assina a direção, produção e roteiro de Diário da Primavera e é coprodutora e produtora executiva do longa Malês, de Antonio Pitanga.

STÉFANE SOUTO é pesquisadora, gestora e empreendedora cultural. É graduada em Comunicação Social com habilitação em Produção em Comunicação e Cultura e mestre em Cultura e Sociedade pela Universidade Federal da Bahia, além de especialista em Gestão Cultural Contemporânea pelo Itaú Cultural e Instituto Singularidades. Durante seus 15 anos de trajetória no campo da cultura, atuou como produtora executiva de projetos diversos e espaços culturais independentes de Salvador. Em 2023, fez sua estreia na gestão pública da cultura, quando assumiu o cargo de Coordenadora de Economia da Cultura na Secretaria Municipal de Cultura e Turismo de Salvador, sendo responsável por projetos estruturantes do setor, a exemplo da criação da Agência do Trabalhador da Cultura de Salvador. Atualmente, Stéfane se dedica à direção executiva e criativa da Transatlântica, plataforma de criação cultural em afroperspectiva da qual é idealizadora e fundadora. No âmbito acadêmico, desenvolve pesquisa sobre experiências de aquilombamento do povo negro no campo das artes e da cultura, sob uma perspectiva insurgente, engajada e contra-hegemônica da gestão cultural.